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Luanda 16:43

falta de aviões obriga companhia a operar voos domésticos com Airbus A220

falta de aviões obriga companhia a operar voos domésticos com Airbus A220
AgitaNews | Crise na TAAG: falta de aviões obriga companhia a operar voos domésticos com Airbus A220
Luanda – Angola
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Crise na TAAG: falta de aeronaves obriga companhia a operar voos domésticos com Airbus A220 enquanto especialistas alertam para riscos na gestão da frota da transportadora nacional.
Aviação

CRISE NA TAAG: FALTA DE AVIÕES OBRIGA COMPANHIA A OPERAR VOOS DOMÉSTICOS COM AIRBUS A220

Escassez de aeronaves e afastamento de quadros experientes levantam preocupações sobre a gestão e manutenção da frota da transportadora aérea nacional.
Fonte: Agita News | Redacção | Actualizado em Luanda
Aeronave em pista

A situação operacional da TAAG – Linhas Aéreas de Angola continua a gerar preocupação no sector da aviação. A escassez de aeronaves disponíveis para assegurar as rotas domésticas tornou-se tão evidente que, no voo realizado recentemente com destino a Saurimo, a companhia foi obrigada a utilizar um Airbus A220.

Este tipo de aeronave é normalmente utilizado em rotas com maior capacidade e perfil operacional diferente daquele normalmente associado aos voos domésticos dentro do território nacional.

Fontes do sector consideram que esta situação revela sérios constrangimentos na gestão da frota, uma vez que as rotas internas deveriam ser asseguradas, maioritariamente, por aeronaves adaptadas a operações regionais.

Outro ponto que tem gerado críticas dentro do sector está relacionado com o afastamento prematuro de quadros altamente qualificados da companhia.

A TAAG sempre foi reconhecida por possuir profissionais bem formados na área da aviação comercial, muitos deles com mais de 30 a 35 anos de experiência acumulada.

Especialistas lembram que, na indústria da aviação, a experiência representa um dos activos mais valiosos. Quanto maior o tempo de serviço, maior é o conhecimento técnico e operacional acumulado ao longo dos anos.

No entanto, vários desses profissionais terão sido afastados das suas funções de forma prematura, uma decisão que, segundo críticos do sector, poderá estar a contribuir para as dificuldades que hoje se registam na gestão e manutenção da frota da companhia.

Entre as consequências apontadas está o fenómeno conhecido na indústria como “canibalização de aeronaves”, prática que consiste em retirar peças de um avião para manter outros em funcionamento.

Segundo relatos internos, este cenário já estaria a ocorrer com aeronaves Dash 8-Q400, consideradas relativamente novas dentro da frota da transportadora nacional.

A persistência deste tipo de prática levanta preocupações sobre a sustentabilidade operacional da companhia, bem como sobre os impactos que estas decisões poderão ter no futuro da TAAG, uma das instituições estratégicas para o transporte aéreo e para a economia angolana.

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