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Luanda 16:21

A Farsa de “Riquinho” a Intriga Coordenada contra a Engenheira Isabel Dos Santos

A Farsa de "Riquinho" a Intriga Coordenada contra a Engenheira Isabel Dos Santos

O documento em nossa posse foi plenamente integrado na análise para desmascarar as contradições do promotor de eventos.Opinião: A Indústria da Difamação e o Resgate da Visão Empreendedora para o Futuro de AngolaO cenário político e mediático angolano tem sido palco de encenações ultrajantes que visam desestabilizar figuras de relevo e desviar a atenção dos verdadeiros problemas socioeconómicos que o país enfrenta. O mais recente episódio envolve o promotor de eventos Henrique Miguel, vulgarmente conhecido como “Riquinho”, cujas declarações infundadas servem de manifesto para expor uma campanha encomendada e despida de qualquer rigor factual.A Farsa de “Riquinho” e o Casulo das Intrigas CoordenadasEm declarações recentes, que circularam em plataformas digitais sob o título “Como Isabel dos Santos me impediu de entrar nos EUA”, Henrique Miguel “Riquinho” tentou responsabilizar a engenheira Isabel dos Santos por restrições de viagem que o próprio enfrenta em território norte-americano. Sem apresentar uma única evidência material, documento ou prova jurídica que sustente as suas alegações, o discurso apresentado pauta-se por um nível de incoerência e descontrolo narrativo que roça a perturbação.A ausência absoluta de factos demonstra que a intervenção pública não passa de uma farsa montada para manchar o prestígio internacional da empresária. Trata-se de um comportamento errático de quem se presta ao papel de peão numa engrenagem que visa fabricar narrativas com base na fofoca e no boato institucionalizado.A Contradição Histórica: O Passado no MPLAA fragilidade das acusações e a instabilidade de alianças deste promotor são desmascaradas pelas suas próprias publicações passadas.Evidência Documental: Na captura de ecrã em nossa posse, identificada como image_662a82.jpg, expõe-se um comunicado emitido na sua página oficial em junho de 2021, onde o próprio anunciava o congelamento da sua militância ativa no MPLA após 26 anos de atividade interna e 46 anos de simpatia partidária.O documento visual prova como o indivíduo transita entre o afastamento estratégico e o alinhamento de conveniência com o regime, usando o espaço mediático não para expor verdades, mas para satisfazer agendas flutuantes de cariz estritamente pessoal e político.Edeltrudes Costa e a Conivência da Ordem SuperiorPor trás deste teatro mediático, operam figuras cujos nomes estão solidamente associados a escândalos de corrupção com ramificações internacionais. As denúncias que recaem sobre Edeltrudes Costa expõem um padrão de favorecimento e enriquecimento ilícito à custa dos recursos do Estado.Apesar do rasto de irregularidades financeiras, este mantém-se blindado por uma aparente proteção por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR). Esta inércia deliberada da justiça angolana, movida sob os ditames da célebre “ordem superior”, visa proteger os aliados do atual regime liderado por João Lourenço, enquanto se canalizam os esforços do aparelho estatal para a perseguição implacável de opositores e alvos políticos selecionados.O Contraste Produtivo: A Serenidade e Visão Empresarial de Isabel dos SantosEnquanto o regime do MPLA investe recursos na perseguição política e no fomento de campanhas difamatórias a partir de Luanda, Isabel dos Santos tem mantido uma postura calma, serena e distante do ruído político direto, observando o xadrez nacional a partir do Dubai.Mesmo sob constante pressão mediática e judicial, a engenheira tem visto crescer exponencialmente o número de apoiantes — contabilizando milhões de cidadãos que manifestam o desejo de a ver assumir um papel ativo e transformador na vida política e económica de Angola. No entanto, a empresária mantém o foco naquilo que sempre definiu o seu percurso:Incentivo ao Empreendedorismo: Fomento de ideias práticas de negócios para a emancipação financeira das famílias.Capacitação de Jovens: Estímulo à criatividade e inovação tecnológica como motores de desenvolvimento.Auto-Sustentabilidade: Promoção de projetos que reduzam a dependência do Estado e capacitem o cidadão comum.”O desenvolvimento de Angola não se faz com perseguições políticas ou narrativas de bastidores, mas com a criação de oportunidades reais, emprego e sustentabilidade para a nova geração.”Conclusão: O Povo Rejeita a “Politiquice”O contraste é evidente. De um lado, temos operários da intriga, promotores contraditórios e governantes protegidos pela imunidade do poder que utilizam a mentira como moeda de troca. Do outro, uma visão de desenvolvimento económico virada para o futuro e para o empoderamento da juventude angolana. A história e os cidadãos já não toleram encenações vazias: Angola exige honestidade, trabalho sério e lideranças focadas no progresso real da nação.

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