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Luanda 15:00

DITADURA DO MEDO: Ativista Moisés Pinto Tavares é Raptado pelo SIC no Zango 4

Retrato do ativista angolano Moisés Pinto Tavares, membro do Movimento Revolucionário, raptado por agentes do SIC no Zango 4.
Urgente / Direitos Humanos

DITADURA DO MEDO: Ativista Moisés Pinto Tavares é Raptado pelo SIC no Zango 4

Por: Director-Chefe: Jornalista Antonio Garcia

Publicado em: 17 de Abril de 2026 | Luanda, Angola

Moisés Pinto Tavares: mais uma vítima da repressão contra a liberdade de expressão em Luanda.

LUANDA – Num ato que evoca os métodos mais sombrios de regimes autoritários, a liberdade de expressão em Angola sofreu mais um golpe brutal. O ativista social Moisés Pinto Tavares, membro da 1ª Região do Movimento Revolucionário, foi levado à força na tarde de ontem, 15 de abril de 2026, por agentes identificados como pertencentes ao Serviço de Investigação Criminal (SIC).

O Perfil do Abuso: Sem Mandado e Sem Rosto

O rapto ocorreu por volta das 16 horas, no local de trabalho da vítima — uma oficina mecânica situada no Zango 4. Testemunhas oculares relatam uma abordagem despida de qualquer legalidade: os agentes aproximaram-se de Moisés e questionaram apenas se ele era ativista. Após a confirmação, foi-lhe ordenado que os acompanhasse, sem a apresentação de qualquer mandado de detenção ou explicação formal.

“O ativista saberia depois”, foi a resposta arrogante dada pelos agentes a um colega de trabalho que questionou o motivo da detenção arbitrária.

O Pretexto da Perseguição

Segundo relatos colhidos no local, os agentes do SIC alegaram que a detenção está relacionada com a suposta organização de uma manifestação contra a vinda do Papa ao país. Este pretexto sublinha a paranoia de um sistema que criminaliza a divergência de opinião e o direito constitucional à manifestação.

Onde está Moisés Pinto Tavares?

Até ao momento, o paradeiro de Moisés Pinto Tavares é rigorosamente desconhecido. Esta situação de desaparecimento forçado levanta alertas vermelhos na sociedade civil e entre defensores dos direitos humanos quanto à integridade física do ativista.

O Agita News exige:

  • A revelação imediata do paradeiro do ativista pelas autoridades do SIC.
  • O respeito escrupuloso pela integridade física e moral do detido.
  • O fim das detenções arbitrárias que visam silenciar as vozes críticas em Angola.

DENUNCIE ABUSOS: WhatsApp 944 552 364

(Matéria em atualização permanente conforme novas informações surjam)

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