“Procurador reconhece legitimidade da VIII Assembleia do Conselho Nacional de Juventude”
Os quatro líderes juvenis detidos na passada sexta-feira, 15 de maio de 2026, no Hotel Skyna, em Luanda, já se encontram em liberdade, após audição pelo Ministério Público junto do SIC-Luanda.
Os jovens haviam sido acusados de falsificação de documentos, associação criminosa, usurpação de funções e realização de uma assembleia considerada ilegítima.
Durante o interrogatório, o procurador concluiu não existir qualquer crime relacionado com a realização da VIII Assembleia Geral de Cessação e Renovação de Mandatos do Conselho Nacional da Juventude (CNJ), legitimando assim o processo eleitoral que resultou na escolha da nova direção.
Segundo fontes ligadas à nova liderança, as associações membros são as legítimas detentoras do CNJ e têm competência para deliberar sobre os destinos da organização, incluindo a renovação da direção cessante.
O Ministério Público entendeu ainda que a assembleia teve um fim legítimo: garantir o normal funcionamento da instituição e promover a transição da liderança.
A direção eleita anunciou que deverá pronunciar-se oficialmente nos próximos dias, através de uma conferência de imprensa.