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Luanda 23:21

CELSIO DE CARVALHO: O ROSTO DA VIOLÊNCIA E DA DEGRADAÇÃO MORAL QUE ENVERGONHA O MPLA

Retrato formal de Celsio de Carvalho usando fato azul escuro, camisa branca e gravata vermelha estampada, olhando diretamente para a câmara com fundo neutro claro.

Nos últimos dias, a opinião pública tem acompanhado, com elevado grau de indignação, a circulação de denúncias extremamente graves envolvendo o Celsio de Carvalho, membro do Comité Provincial do MPLA em Luanda, associado reiteradamente a práticas de banditismo, agressões físicas, invasão de residências, intimidação, ameaças e comportamentos típicos de indivíduos com perfil criminoso e violento.
Trata-se de denúncias consistentes, sustentadas por relatos convergentes, evidências e testemunhos que reforçam a percepção pública de que Celsio de Carvalho actua à margem dos princípios legais, morais e institucionais que devem nortear qualquer agente político responsável.
É inaceitável que um indivíduo descrito por diversos sectores sociais como agressivo, conflituoso e associado a actos de delinquência continue a ocupar espaços de relevância política, utilizando a estrutura partidária como instrumento de protecção e intimidação. A permanência de Celsio de Carvalho no seio do MPLA constitui uma mancha política e moral que compromete seriamente a credibilidade do partido perante os cidadãos.
O MPLA não pode continuar refém de figuras cuja conduta pública se aproxima mais da criminalidade organizada do que do exercício responsável da militância política. O comportamento atribuído a Celsio de Carvalho revela sinais claros de abuso, arrogância, sentimento de impunidade e desprezo absoluto pelas leis da República e pela dignidade humana.
Ao invés de representar os valores de disciplina e patriotismo, Celsio de Carvalho transformou-se num símbolo de violência, medo e degradação moral, arrastando o nome do partido para sucessivos escândalos públicos. A sua imagem encontra-se profundamente desgastada, sendo cada vez mais associado a actos de brutalidade, desordem social e comportamentos incompatíveis com qualquer função política séria.
O silêncio de determinadas estruturas perante tais acusações apenas reforça a ideia de protecção política e cumplicidade institucional. Nenhum partido que se pretenda sério e comprometido com o Estado Democrático e de Direito pode tolerar indivíduos acusados de agredir cidadãos, invadir residências e promover actos de intimidação como forma de afirmação pessoal e política.
A sociedade exige uma posição firme, exemplar e imediata. A manutenção de Celsio de Carvalho em estruturas de direcção representa uma afronta aos militantes honestos, aos cidadãos de bem e aos princípios republicanos

Por: Eduardo do Rosário

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